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Propósito (parte 2): como definir o meu?

Na primeira parte deste artigo entendemos o que é Propósito e porque ele é importante para você sua vida pessoal e profissional fazerem sentido. Se você ainda não leu, é só clicar aqui [link] 🙂

Nesta segunda parte vamos falar um pouco sobre como definir o seu propósito, já que ele é algo muito pessoal e abstrato.

Já é consenso entre os cientistas de que o propósito é um dos pilares que levam alguém a ser feliz. É como se ele materializasse o nosso caminho para a felicidade, já que ela parece ser tão abstrata às vezes.

Shawn Achor, autor do livro ‘O Jeito Harvard de ser Feliz’, explica que a felicidade é a experiência de emoções positivas – prazer combinado com um senso mais profundo de sentido e propósito. “A felicidade implica um estado de espírito positivo no presente e uma perspectiva positiva para o futuro”, descreveu.

Já Martin Seligman, o pioneiro da psicologia positiva, segmenta a felicidade em três componentes mensuráveis: prazer, envolvimento e senso de propósito. Estes mesmos estudos confirmam que aqueles que buscam somente o prazer experimentam benefícios parciais da felicidade, enquanto que as pessoas que que procuram os três caminham vivem de forma mais plena.

Eles dizem que ‘as pessoas que vivem uma vida com propósitos desfrutam muito mais da alegria de doar para outros’. Ou seja, às vezes criar propósitos pode envolver colocar as necessidades de outra pessoa na frente das suas próprias (o que poderia, a princípio contradizer a tal ‘busca pela felicidade’).

Muitas delas, inclusive, conseguem transformar isso em um negócio. O livro do jornalista Alexandre Teixeira “De dentro para fora: como uma geração de ativistas está injetando propósito nos negócios e reinventando o capitalismo’ enumera uma série de empreendedores que conciliam lucro e justiça social, competição e espiritualidade, etc.

No fundo não importa qual é o seu dom: se é cozinhar, dirigir, falar em público, dançar. Como você pode transformar isso em algo que, além de gerar satisfação em você e impacta a vida de outras pessoas? Como isso que você faz tão bem também ajuda a sociedade e o mundo a serem melhores?

E aqui vale uma ressalva: desejar obter reconhecimento é diferente de ter um propósito!

O reconhecimento pode ser uma consequência natural do seu trabalho e do seu esforço por fazer algo muito bem, mas não deve ser a finalidade do que você faz. O Professor de Ciências Comportamentais da London School of Economics, Paul Dolan, diz que é importante aceitar que, em alguns momentos, precisamos abrir mão da satisfação no presente em troca de mais felicidade futura. ‘Boa parte de nossas ações é feita de forma automática. O insight psicológico que sugiro é parar para lembrar aquilo que lhe dá prazer no dia a dia e organizar a agenda de maneira que esses períodos se repitam com mais frequência. Essa organização precisa ser feita de forma que as coisas das quais você gosta apareçam na rotina sem que seja preciso ficar planejando constantemente”, explica.

O caminho para descobrir um propósito não é fácil. O meu conselho para quem está começando é: coloque literalmente tudo no papel. Escrever ajuda a visualizar melhor o turbilhão de informações que se passam dentro de você. Não sabe nem por onde começar? Aqui na House of Feelings nós ensinamos algumas técnicas bem práticas que ajudam você nesse processo. Uma delas é o MAPA da Felicidade, onde você consegue descrever como se sente na sua vida pessoal, no trabalho e identificar o que você faz de melhor. Quer receber o MAPA? Preencha este formulário: https://goo.gl/forms/gIb68uGKqVykl3mv2

E aí? O que você faz melhor? Você ‘largaria tudo’ por isso? 

Se você descobriu o seu propósito, compartilhe aqui nos comentários com a gente!

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