Passo a Passo para construir o seu MAPA da Felicidade

Aqui no blog já falamos sobre como pessoas com propósito podem redescobrir a felicidade e como isso pode gerar resultados positivos também na vida profissional dessas pessoas.

Mas nada como praticar aquilo que aprendemos, não é?

Pensando nisso, hoje queremos compartilhar uma técnica que usamos na House Of Feelings para você conseguir organizar suas ideias: o MAPA da Felicidade. Ele é muito importante para quem quer começar a entender propósito e felicidade porque muitas vezes até sabemos o que precisamos fazer, mas nunca paramos de fato para colocar tudo em um plano de ação.

Quer receber o MAPA? Envie um email para oi@houseoffeelings.com.br

Finalmente você vai poder ‘colocar a mão na massa’. Bora?

Antes de mais nada é importante ressaltar que o intuito do MAPA é guiar você a partir de agora em sua jornada de autodescoberta. E como este processo pode demorar muito tempo (meses ou até anos!), recomendamos que você preencha os campos do MAPA e guarde-o com carinho para revisitá-lo daqui um tempo. A ideia é poder observar se seus objetivos foram alcançados, ou se eles mudaram (o que é natural acontecer) e acompanhar as suas realizações.

1) Preencher o 1º campo no topo do MAPA: ‘Eu’

O campo ‘Eu’ é um espaço para expressar tudo o que você está sentindo no momento presente. Aqui você pode escrever sem medo: quase como um desabafo mesmo, os seus pensamentos, expectativas, aquilo que te aflige ou que te deixa feliz. Veja um exemplo:

2) Segundo campo: ‘Meu Trabalho’

Logo ao lado do campo ‘Eu’, escreva com detalhes como você se sente no seu trabalho. Tente responder perguntas como ‘Eu estou onde queria estar?’ e ‘Eu me identifico com o que eu faço?’ Veja o exemplo abaixo:

Logo abaixo você encontra os 4 pilares do MAPA, vamos explicar aqui o que significa cada um deles:

MAESTRIA

Aqui neste campo você é o ‘MESTRE’. Concentre-se em identificar quais são os seus pontos fortes. Difícil, né? Isso acontece porque geralmente não valorizamos o que fazemos de bom. Pra ficar mais fácil, tente responder às seguintes perguntas:

– Quais são as minhas habilidades?
– No que eu me destaco?
– No que eu sou bom?
– O que eu faço de melhor?

AMBIENTE

Neste campo você deve identificar e escrever quais são os elementos, empresas, instituições e atitudes que influenciam diretamente o seu propósito e objetivo e que precisam ser melhorados ou ajustados. Olhe ao seu redor e faça as seguintes perguntas:

– O que falta mudar no ambiente onde estou para conseguir chegar onde eu quero?
– Quem ou o quê atrapalham o meu caminho para alcançar meu objetivo?

PROPÓSITO

Agora vem a parte mais difícil: tentar enxergar aquilo que te motiva, que faz os seus olhos brilharem. O seu propósito deve ser mais do que apenas uma meta. Por exemplo: desejar emagrecer é uma meta e ter uma vida mais saudável e melhorar a sua autoestima é um propósito (leia mais aqui). Pense nas perguntas abaixo:

– O que faz a minha vida ter sentido?
– Se dinheiro ou tempo não fossem um problema, o que eu faria hoje?
– O que eu mais desejo alcançar?

ALTRUÍSMO

O último ponto do MAPA é identificar e fazer uma lista de coisas e pessoas a quem você gostaria de agradecer. Você vai perceber que este processo de ‘pensar no outro’, a que chamamos de Altruísmo ajuda muito no processo de autodescoberta, de saber quem nos apoia em nossas metas e nossos sonhos. Esta lista também vai te lembrar momentos importantes da sua vida e que talvez você não tenha dado o valor que deveria. Perguntas a fazer:

– Quem me ajudou durante os momentos mais importantes da minha vida?
– Quais foram as situações mais difíceis que já enfrentei e quem estava presente?
– Que ações de gratidão eu sinto que preciso tomar?

Seu MAPA está quase pronto, mas agora vem a parte mais interessante: seu plano de ação!

Depois de entender no que você é mestre (MAESTRIA), qual é o AMBIENTE que você desejar estar, quais são os PROPÓSITOS que te movem e se aproximar do seu lado humano, exercitando seu ALTRUÍSMO, você já pode partir para o campo ‘AÇÕES FUTURAS’.

Aqui você vai listar as principais ações que vão te ajudar a promover as mudanças necessárias para alcançar o seu propósito. Veja as Perguntas-chave:

– O que você precisa mudar?
– Quais atitudes vão te mobilizar a chegar mais próximo da sua felicidade?
– O que você precisa parar de fazer para começar a investir tempo e energia no que realmente importa?

Agora confira abaixo um exemplo de como preencher o plano de ações:

Lembre-se: o MAPA é apenas o começo da sua jornada rumo à Felicidade! Caso queira se aprofundar sobre isso, acompanhe o nosso Blog ou entre em contato com a House Of Feelings que ficaremos felizes em ajudar.

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Propósito (parte 2): como definir o meu?

Na primeira parte deste artigo entendemos o que é Propósito e porque ele é importante para você sua vida pessoal e profissional fazerem sentido. Se você ainda não leu, é só clicar aqui [link] 🙂

Nesta segunda parte vamos falar um pouco sobre como definir o seu propósito, já que ele é algo muito pessoal e abstrato.

Já é consenso entre os cientistas de que o propósito é um dos pilares que levam alguém a ser feliz. É como se ele materializasse o nosso caminho para a felicidade, já que ela parece ser tão abstrata às vezes.

Shawn Achor, autor do livro ‘O Jeito Harvard de ser Feliz’, explica que a felicidade é a experiência de emoções positivas – prazer combinado com um senso mais profundo de sentido e propósito. “A felicidade implica um estado de espírito positivo no presente e uma perspectiva positiva para o futuro”, descreveu.

Já Martin Seligman, o pioneiro da psicologia positiva, segmenta a felicidade em três componentes mensuráveis: prazer, envolvimento e senso de propósito. Estes mesmos estudos confirmam que aqueles que buscam somente o prazer experimentam benefícios parciais da felicidade, enquanto que as pessoas que que procuram os três caminham vivem de forma mais plena.

Eles dizem que ‘as pessoas que vivem uma vida com propósitos desfrutam muito mais da alegria de doar para outros’. Ou seja, às vezes criar propósitos pode envolver colocar as necessidades de outra pessoa na frente das suas próprias (o que poderia, a princípio contradizer a tal ‘busca pela felicidade’).

Muitas delas, inclusive, conseguem transformar isso em um negócio. O livro do jornalista Alexandre Teixeira “De dentro para fora: como uma geração de ativistas está injetando propósito nos negócios e reinventando o capitalismo’ enumera uma série de empreendedores que conciliam lucro e justiça social, competição e espiritualidade, etc.

No fundo não importa qual é o seu dom: se é cozinhar, dirigir, falar em público, dançar. Como você pode transformar isso em algo que, além de gerar satisfação em você e impacta a vida de outras pessoas? Como isso que você faz tão bem também ajuda a sociedade e o mundo a serem melhores?

E aqui vale uma ressalva: desejar obter reconhecimento é diferente de ter um propósito!

O reconhecimento pode ser uma consequência natural do seu trabalho e do seu esforço por fazer algo muito bem, mas não deve ser a finalidade do que você faz. O Professor de Ciências Comportamentais da London School of Economics, Paul Dolan, diz que é importante aceitar que, em alguns momentos, precisamos abrir mão da satisfação no presente em troca de mais felicidade futura. ‘Boa parte de nossas ações é feita de forma automática. O insight psicológico que sugiro é parar para lembrar aquilo que lhe dá prazer no dia a dia e organizar a agenda de maneira que esses períodos se repitam com mais frequência. Essa organização precisa ser feita de forma que as coisas das quais você gosta apareçam na rotina sem que seja preciso ficar planejando constantemente”, explica.

O caminho para descobrir um propósito não é fácil. O meu conselho para quem está começando é: coloque literalmente tudo no papel. Escrever ajuda a visualizar melhor o turbilhão de informações que se passam dentro de você. Não sabe nem por onde começar? Aqui na House of Feelings nós ensinamos algumas técnicas bem práticas que ajudam você nesse processo. Uma delas é o MAPA da Felicidade, onde você consegue descrever como se sente na sua vida pessoal, no trabalho e identificar o que você faz de melhor. Quer receber o MAPA? Preencha este formulário: https://goo.gl/forms/gIb68uGKqVykl3mv2

E aí? O que você faz melhor? Você ‘largaria tudo’ por isso? 

Se você descobriu o seu propósito, compartilhe aqui nos comentários com a gente!

Propósito (parte 1): um olhar mais profundo sobre como encaramos a vida

Resultado de dicionário para propósito

substantivo masculino

1. intenção (de fazer algo); projeto, desígnio.
2. “tenho o firme p. de viajar”
3. aquilo que se busca alcançar; objetivo, finalidade, intuito. 

Aposto que você também já leu o significado da palavra “Propósito” em algum dicionário da internet como este aí em cima. De forma mais superficial podemos definir ‘Propósito’ como ‘algo que se busca alcançar’, um objetivo.

Mas vamos tentar entender o verdadeiro significado desta palavra de uma forma mais aprofundada. Vou começar com dois exemplos práticos: se você ‘tem a intenção’ de levantar cedo amanhã para fazer uma caminhada porque quer emagrecer, você tem uma meta a ser cumprida. Se você está fazendo horas extras para juntar dinheiro e morar no exterior, você tem outro projeto a ser concretizado. E assim sucessivamente.

Ok, você colocou algumas metas para si mesmo e acha que já está bom demais, certo?

Mas agora vamos nos aprofundar um pouco mais nos temas acima, fazendo as seguintes perguntas:

Por que você quer emagrecer? Por que você quer morar fora do país?

“Ah Virgínia, eu quero emagrecer porque não me sinto bem com meu próprio corpo e preciso melhorar meu condicionamento físico para ter mais disposição no dia a dia”. Ótimo, o seu propósito então é ter mais disposição para realizar suas tarefas diárias, ou seja, você quer estar bem consigo mesmo (a).

A mesma lógica se aplica ao exemplo de morar fora do país. Se você quer viajar porque este é um sonho antigo e você se sente atraído por um determinado país, vê nele uma chance de melhorar sua qualidade de vida ou até mesmo de se especializar em alguma área de estudo, então você tem grandes chances de encontrar um propósito. Sendo assim faz sentido para você colocar todas as suas coisas dentro de uma mala e pegar o avião.

Percebe a diferença entre uma simples meta e um propósito?

Agora vamos pensar de forma mais ampla sem nos limitarmos a situações pontuais. Tente responder a essas perguntas:

‘Quem sou eu?’
‘O que eu faço bem?’
‘Quais são os meus valores?’
‘Se dinheiro e tempo não fossem problema, o que eu faria?’

Fazer perguntas como essas ajuda a entender o porquê estamos fazendo o que estamos fazendo. Elas nos ajudam a chegar mais perto do motivo, da razão e por fim, do propósito da nossa vida.

Por consequência, ao encontrarmos o nosso propósito damos significado à nossa existência e não apenas ‘sobrevivemos ao mundo’ por inércia. Encontrar um propósito traz inúmeros benefícios tanto para nossas aspirações profissionais quanto pessoais e isso é comprovado cientificamente.

Um estudo da Universidade da Geórgia, mostra que existe uma forte correlação entre propósito e felicidade, inclusive ele é um dos fatores-chave que ajudam a superar o abuso de substâncias, a recuperar-se de uma tragédia ou perda e à buscar sucesso econômico. Outro estudo (do Hospital John Hopkins) provou que as pessoas que têm propósito na vida vivem mais.

A Latam Talent Lead do Airbnb, Milena Brentan, explica que pessoas que entendem onde estão e porque estão em determinado lugar conseguem fazer escolhas melhores. “A motivação vem de dentro e é pessoal. O impacto de alguém motivado é imensurável e ilimitado”, explica ela.

No ambiente de trabalho, ela aponta que a consciência do propósito de uma empresa está diretamente relacionada à sua reputação e aos seus resultados financeiros muito mais que apenas a meta do lucro. Assim, quando o nosso propósito vai além da meta de alcançar apenas resultados financeiros, a chance de sermos bem-sucedidos aumenta consideravelmente.

Assista ao TED de Milena Brentan, Latam Talent Lead no Airbnb:

Na segunda parte deste artigo vamos falar sobre “Como definir o seu propósito?”

House Of Feelings: 1ª escola de sentimentos do mundo quer unir empresas e colaboradores com o mesmo propósito

Como fui de curiosa à empreendedora em minha própria jornada de autodescoberta

Eu me lembro de quando eu estava aí do outro lado da tela fazendo minhas primeiras pesquisas sobre como lidar com problemas no meu trabalho. 

Perguntava a mim mesma como poderia lidar com emoções à flor da pele num ambiente de trabalho extremamente competitivo e estressante. E como líder queria orientar minha equipe e incentivá-la a seguir as metas e cultura da empresa de forma saudável e natural.

Essas questões amadureciam dentro de mim ao mesmo tempo que eu ia me envolvendo cada vez mais com a literatura sobre Inteligência emocional e Psicologia Positiva. 

Aliás, um dos primeiros livros que comecei a ler nesta época foi o ‘Jeito Harvard de ser Feliz’, que conta a experiência do texano Shawn Achor ao ingressar na Harvard. O autor conta em seu livro suas experiências ao começar a estudar a felicidade dentro da universidade.

Um dos dados que mais me surpreenderam ao ler este livro estão relacionados ao poder da positividade na vida das pessoas. Segundo o livro, novas pesquisas nas áreas da psicologia e da neurociência demonstram que temos mais sucesso quando somos mais felizes e positivos.

Os médicos que estão em estado de espírito positivo, por exemplo, demonstram quase três vezes mais inteligência e criatividade e 19% mais rapidez no diagnóstico do que aqueles que estão em estado neutro. Vendedores otimistas fecham 56% mais vendas que seus colegas pessimistas. E por aí vai.

Assista à palestra de Shawn Achor e suas principais lições de Shawn aqui

Mas e se eu fosse capaz de ajudar as pessoas a encontrarem sentido em suas vidas e alcançarem sua própria felicidade? Com certeza elas seriam mais produtivas no trabalho, teriam sucesso na vida pessoal e consequentemente a sociedade seria um espaço muito melhor para todos. Um círculo virtuoso incrível!

E não é que eu tinha acabado de encontrar o sentido da minha própria vida?

Os anos se passaram e foi em 2017 que eu resolvi ‘largar tudo e seguir o meu sonho’. Me juntei à Maryanna Rodrigues e juntas embarcamos rumo ao Vale do Silício e Dalai Lama

(e mais tarde o Lucas Silveira também veio fazer parte do time) para lançar oficialmente a House of Feelings, a primeira escola de sentimentos do mundo.

Em dois meses já lançamos o nosso primeiro projeto, o “Redescobrindo a Felicidade”, e adivinhem? Foi um verdadeiro sucesso.

O resultado veio porque o projeto causou uma revolução nas empresas: por meio de workshops, treinamentos, palestras e projetos transformamos a forma como elas e seus colaboradores se enxergavam. 

Passamos por empresas como Oracle, iFood, Itaú (e muitas outras) promovendo a autoconsciência, o autoconhecimento e a percepção do papel dessas pessoas e desses líderes no trabalho e na vida.

Ao unificarem suas vidas profissionais e pessoais, vimos que essas pessoas são capazes de desempenhar 100% de suas habilidades e elas simplesmente voam.

Muitos passaram a desenvolver a capacidade de aprender a lidar com suas próprias emoções e sentimentos e ganharam bem-estar. Era nítido em seus olhares (sedentos por conhecimento) e como ficavam encantados, querendo saber a ‘fórmula secreta da felicidade’.

Muitos descobriram que quando há propósito envolvido não há limite entre gerações.

Isso tem uma explicação científica: nós temos uma percepção errada sobre os jovens no mercado de trabalho. Eles não estão ‘pulando de galho em galho’ nas empresas, como sempre imaginamos, mas estão procurando um propósito pelo qual viver. 

Não faz mais sentido para muitos jovens trabalhar apenas por dinheiro. Não faz sentido gastar horas e horas extras no trabalho apenas para ‘mostrar serviço’. Fazer a diferença é o mais importante. É no propósito que estes jovens se agarram com todas as forças e pelo qual estão dispostos a gastar tempo em uma organização.

Do outro lado, quando a empresa percebe que existe este alinhamento de objetivos, ela e seu colaborador passam a ganhar resultados incríveis em produtividade, receita e lucro.

Por isso o objetivo da House of Feelings é levar essa consciência para as empresas. 

Queremos que elas comecem a focar e olhar paras as pessoas antes que adoeçam e desperdicem todo o potencial e energia que têm nos projetos errados. 

Precisamos quebrar o tabu, parar de ter medo e falar sobre indivíduos e como eles se sentem dentro do ambiente de trabalho. Se a pessoa vai pedir demissão está tudo bem, ela não faz mais parte (ela já não fazia antes) daquele grupo, não estava mais alinhada ao propósito dele. 

Se ela está engajada com o propósito é hora da empresa olhar para ela com carinho e valorizar seu empenho o máximo que puder. O segredo está em empoderar a liberdade de escolher.

Afinal a vida muda tão rápido que às vezes as escolhas que fizemos no passado já estão ‘desatualizadas’. Precisam ser revistas de novo, e de novo e de novo. 

Para você ter uma ideia de como vivemos este processo junto com os treinamentos e projetos que desenvolvemos, a própria House Of Feelings mudou. A Mary e o Lucas encontraram novos propósitos e seguiram seus caminhos. Provando mais uma vez que o processo de autoconhecimento é eterno…

Quanto a mim também encontrei meu propósito. Num futuro próximo espero que a House Of Feelings consiga se aprofundar mais em ajudar as empresas. Que consiga livre acesso para ‘cutucar as feridas’. Quero que as pessoas encarem este processo como uma terapia – porque é justamente na hora desta ‘dor’ que ocorre o processo de transformação.

Como fundadora da empresa quero que ela se torne cada vez mais transformadora. Quero deixar um legado positivo e formar pessoas seguras e felizes, prontas para aproveitarem melhor seus finais de semana com a família e encarar mais uma segunda-feira com disposição e de coração aberto.

E que fique claro: se depender de mim o trabalho de ‘formiguinha’ de levar pessoas e empresas ao caminho da felicidade não vai parar nunca. Como diria Shawn Achor, ‘toda grande onda começa pequena’.

https://www.actionforhappiness.org/