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Como diminuir os conflitos no ambiente de trabalho?

Falta amor no mundo, mas também falta – e muito – diálogo.

Intrigas, desconfortos, desentendimentos. Muitos conflitos no ambiente de trabalho poderiam ser solucionados com uma boa conversa. Muito além do “Como estão as coisas em casa?”, o ambiente organizacional exige maturidade e discernimento para que as conversas não sejam mera fofoca, mas frutifiquem em trocas de experiências e feedbacks, sempre visando à melhoria do time como um todo.

“Colocar as cartas na mesa” é sempre um bom hábito para que a coesão da equipe não seja prejudicada. Como diria o poeta Mário Quintana, “são os passos que fazem o caminho” e o cotidiano da equipe constrói o seu sucesso.

Um ambiente acolhedor e de parceria conta com perguntas simples que, quando instauradas como hábito, permitem o aprimoramento e ajuste contínuos por parte dos colaboradores. Por exemplo, após uma exposição de planejamento ou ao perceber que um colega não está agindo conforme o esperado, buscar entendê-lo e colocar-se à disposição para ajudar é mais construtivo que apenas fazer dele o assunto do almoço. Citamos aqui algumas perguntas simples que podem auxiliar no início de diálogos eficientes entre os colaboradores. 

-Você está com alguma dúvida? 

-Posso te ajudar com alguma questão? 

-Alguma atitude minha está te incomodando?

-O que posso fazer para te ajudar?

Como manter sua equipe de vendas motivada - ABCasa

Além disso, temos outra solução para ajudar a sua equipe a antecipar conflitos. Essa técnica se chama: caixa dos sentimentos.

Como funciona?

Coloque uma caixa preta em um balcão ou em algum lugar que todos os funcionários tenham acesso, mas que não seja muito exposto, para que todos se sintam confortáveis para utilizá-la. 

Ao lado da caixa, deixe alguns papéis e uma caneta. 

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Avise aos funcionários que eles poderão escrever seus sentimentos, emoções, sugestões de melhorias e frustrações nos papéis, que haverá sigilo total e que o objetivo não é vigiar, e sim, buscar ouví-los. Após escreverem, podem colocar o papel dentro da caixa. (De forma anônima ou não). 

Dessa maneira, os líderes poderão, por meio de um acompanhamento periódico de sua equipe, entender vulnerabilidades e potenciais pontos de estresse. Assim, a partir dessa escuta e postura ativa, os líderes mostram à sua equipe seu interesse não só para com o ponto final do caminho – os ambicionados resultados – mas também por cada um dos passos que, como disse o poeta, constroem-no.

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