Qual a importância de trabalhar as habilidades sociais?

Com a ascensão das redes sociais, é imprescindível para qualquer negócio ou empresa, que a comunicação com seu público seja eficiente.

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Outro ponto interessante para pensarmos, são os influenciadores digitais, pessoas que trabalham produzindo conteúdos, na maioria das vezes sobre sua vida pessoal. Acompanhados por milhares ou até mesmo milhões de pessoas, nos demonstra que mesmo sendo sobre algo comum, como afazeres, rotina, estilo de vida, quando eficaz o suficiente, habilidades como a comunicação, atraem muitas pessoas.

Del Prette e Del Prette (1999), primeiros autores a explorarem o tema no Brasil, propõem que uma pessoa socialmente habilidosa deve apresentar habilidades de:

-comunicação: iniciar e encerrar conversas, fazer e responder a perguntas, agradecer e elogiar, pedir e dar feedback nas relações sociais, negociar.
-civilidade: cumprimentar, apresentar-se, despedir-se, dizer por favor e obrigado(a).
-assertivas: opinar, concordar, discordar; fazer, aceitar e recusar pedidos; admitir erros e pedir desculpas, encerrar relacionamentos, expressar sentimentos negativos sem prejudicar outras pessoas, pedir mudança de comportamento, interagir com lideranças, lidar com críticas.
-empatia: refletir sentimentos e expressar apoio, se colocar no lugar do outro, oferecer ajuda.
-trabalho: coordenar grupos; falar em público; resolver problemas, tomar decisões e mediar conflitos.
-expressão de sentimento positivo: fazer amizade;ser solidário, cuidar das
relações.

Conseguiu se identificar com as habilidades acima?

A relevância destas habilidades é inegável. São essenciais para a vida das pessoas, pois proporcionam bem-estar e qualidade de vida, facilitando o desenvolvimento de uma autoestima saudável.

As pessoas que apresentam habilidades sociais pouco desenvolvidas, podem sentir mais:

-Estresse.
-Desconforto.

-Frustração, raiva, entre outras emoções negativas.
Dificuldade em se comunicar.
-Dificuldade em se relacionar com as pessoas.
-Solidão.
-Dificuldade em conseguir um emprego.

Provavelmente você se deparou com alguma habilidade que precisa ser trabalhada por já estar lidando com alguma consequência negativa. O que é possível fazer para melhorar suas habilidades sociais?

-Se exponha, tome a iniciativa, inicie uma conversa com uma pessoa e aumente o ciclo gradativamente.
-Faça alguma atividade que permita expressar seus sentimentos, como aulas de música, dança ou teatro.
-Se gosta muito de alguma atividade, como um esporte, leitura, jogos, participe de um grupo.
-Se algo está te paralisando, e nenhuma das dicas acima parece agradável para você, procure ajuda psicológica.

Coloque-se à prova e veja do que você é capaz!

Felicidade é só questão de ser?

A felicidade, diferente do que muitos pensam, não é sobre ter dinheiro, amor, ou amigos, o suficiente. Temos a ilusão que a felicidade pode ser uma sensação de completude, “tenho tudo que preciso, ou quando tiver determinada coisa, aí sim, serei feliz, entre outros fatores que nos impedem de entender o que realmente é a felicidade.

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É preciso compreender, que a felicidade não é um continuum . É possível ser feliz, mas não estar feliz o tempo todo. Como disse Albert Einstein: “A felicidade não se resume na ausência de problemas, mas sim na sua capacidade de lidar com eles.” Entender isso, é importante para lidar com a frustração.

Então, ser feliz é só questão de ser?

A felicidade requer uma mudança no seu mindset. Mas o que seria isso? Termo criado por Carol Dweck, professora de psicologia e pesquisadora da Universidade de Stanford, o mindset significa “configuração da mente”. Isto é, características da mente humana que vão determinar os nossos pensamentos, comportamentos e ações.

De modo geral, existem dois tipos de mindset: o fixo e o de crescimento.

O mindset fixo, se caracteriza por rigidez nos pensamentos e ações. Pessoas com mindset fixo geralmente pensam:

-Não vou conseguir.
-Não adianta tentar.
-Necessitam de constante validação das outras pessoas.
-Veem de forma negativa o fracasso e não conseguem pensar em outras alternativas com facilidade.

Já o mindset de crescimento, a pessoa apresenta uma percepção positiva até mesmo diante dos acontecimentos negativos, tais como:

Preciso entender o que estou fazendo de errado e que me impede de chegar aonde quero.

-Não controlo o que acontece comigo, mas sou capaz de controlar como eu reajo.
-Esforço faz parte do sucesso.
-Sou capaz de aprender coisas novas e me sair bem.

Mas, como mudar seu mindset para ser mais feliz?

O importante é compreender que você tem o poder de modificar a sua realidade. É possível passar a ter um mindset de crescimento. Comece a tomar decisões por conta própria e deixar de esperar que os outros lhe façam feliz.

A felicidade está nas nossas mãos, você é o protagonista da sua história, então, escreva-a da melhor forma!

Liderança do futuro

O modo como as lideranças trabalham, mudou. Muitos de nós, crescemos assistindo filmes ou séries, que retratam a figura de um líder como algo a ser temido. Aquela típica cena do chefe chegando para uma reunião e todos ficando calados, fez parte da realidade de muitas pessoas. Um chefe que só manda e delega atividades, não é mais visto como algo bom e desejado.

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O mundo mudou, e as demandas também. Os líderes continuam sendo imprescindíveis, mas qual o papel das novas lideranças frente às demandas atuais? Como é o líder do futuro?

O estudo global Edelman Trust Barometer 2022, aponta algumas tendências, tais como: promover a diversidade, ambientes de trabalho mais justos, sustentabilidade e tecnologia são alguns dos grandes desafios das novas lideranças.

Então, como ser um líder do futuro?

Oprah Winfrey, nos dá uma importante lição sobre o assunto : “Liderança é empatia. Trata-se de ter a capacidade de se relacionar e se conectar com as pessoas com o propósito de inspirar e fortalecer suas vidas.”

Empatia: requisito imprescindível para os líderes do futuro. A empatia nos ensina a escutar as pessoas e nos colocarmos no lugar delas, além de contribuir para os resultados da companhia. Uma liderança empática compreende as necessidades e desafios que sua equipe apresenta, e contribui para a resolução dos problemas. Não se restringe a divisão de tarefas e cobranças, se envolve, demonstrando que as pessoas são o pilar de qualquer organização.

Seja uma inspiração: um líder que inspira, significa ser mais do que a entrega ou quantidade de resultados, não é sobre ser admirado pelo o que se faz, mas por quem o faz. Um líder que sabe mobilizar e influenciar pessoas, demonstra que sabe promover o comprometimento, a produtividade, a inovação, de forma inteligente e cuidadosa.

Pense fora da caixa: pensar fora da caixa, é um dos desafios atuais. Um líder inovador, que goste de enfrentar desafios, se tornou um diferencial no mercado de trabalho. Para além das competências técnicas exigidas, um líder deve se manter sempre atualizado e aberto a transformações.

Para liderar no mundo atual, é necessário se manter atualizado, e além de investir em conhecimentos técnicos, deve-se atentar também às demandas sociais. O líder do futuro, é ferramenta de transformação na vida das pessoas com quem convive.

A vida realmente não é fácil!

A vida não é fácil: acostume-se com isso. Essa frase de Bill Gates, fundador da Microsoft, nos aponta a necessidade de compreendermos que para a maioria de nós, a vida, será uma caminhada repleta de desafios.

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M. Scott Peck psiquiatra norte-america dizia: “Somente o saber e aceitar que a vida é difícil para todos nós é que ela (na medida em que tomamos consciência dessa dificuldade) pode deixar de sê-lo em grande parte”.

A partir do momento em que precisamos começar a nossa vida adulta, distanciando-se dos nossos pais, indo em busca de um emprego, ou faculdade, para que possamos construir nossa independência e autonomia, começamos a compreender que viver por nós mesmos, não é fácil.

Quando crianças desejamos ansiosamente crescer, pois em nossas mentes, podemos fazer o que queremos, e quando adultos, desejamos voltar a ser crianças, não é mesmo? À medida que crescemos e nos desenvolvemos temos que assumir cada vez mais responsabilidades. É difícil escolher uma profissão, conseguir um emprego, estudar, passar em um concurso, realizar mudanças, ter uma boa relação com família e amigos. Todos esses fatores que movimentam nossa vida, exigem de nós: autoconhecimento, empatia, adaptabilidade, persistência, e acima de tudo, saber lidar com o fracasso.

Em grande parte, nossa vida gira em torno de como lidamos com o fracasso. A primeira vez que fracassamos, é sempre algo inesquecível em nossas vidas, e desse momento, surgem algumas rotas: desistir, mudar de direção ou continuar tentando. Nesse momento, você deve estar se perguntando: Qual delas é a correta? Sinto muito em te decepcionar, mas não há uma resposta correta para essa questão. A vida não vem acompanhada de um manual de instruções, e precisamos entender isso, as respostas encontraremos em nós mesmos.

Algo que pode nos ajudar a lidar com os desafios da vida é a psicoterapia. Na maioria das vezes, não podemos controlar o que nos acontece, só podemos mudar a forma como enfrentamos.

Aaron Beck, criador da Terapia Cognitivo-Comportamental, formula que a psicoterapia, através da reestruturação cognitiva permite que a pessoa mude sua maneira de interpretar e avaliar, aquilo que lhe acontece. Assim, alcançamos as qualidades de que precisamos para progredir e sobreviver, superando nossos problemas e conquistando o autoconhecimento.

Caso necessite de ajuda nesse processo, a psicoterapia será sua grande aliada.
As dificuldades sempre existirão, mas é possível conseguir serenidade e plenitude em nossas vidas.

O que podemos aprender com o livro: trabalhe 4h por semana?

O que você acha de trocar seu trabalho de 40h semanais por um em que possa trabalhar apenas 4h? Parece coisa de outro mundo, mas acredite, Timothy Ferriss conseguiu realizar esse feito. Em seu livro “ Trabalhe 4 por semana” ele traz uma nova visão, problematizando e colocando várias questões para que pensemos se o modo como trabalhamos é o que realmente queremos fazer pelo resto da vida.

Frases do Livro Trabalhe 4 Horas por Semana

Ao ler você realmente será convocado a pensar “fora da caixa”. Como ter uma uma vida menos estressante, sem ficar preso a um emprego de oito horas por dia, sem conseguir aproveitar seu tempo, fazer o que realmente gosta? Por que esperar a aposentadoria para descansar e ser feliz?

Os métodos engessados de trabalhar, produzem resultados, mas isso não quer dizer que sejam os melhores, nem a melhor forma de consegui-los. Muitas vezes, na vida, seguimos o curso daquilo que nos é imposto, sem pensar na melhor forma de o fazer. Só porque você responde vários e-mails ao dia, não quer dizer que está sendo produtivo.

Você realmente está sendo produtivo ou apenas se mantendo ocupado? Mais um ensinamento que Timothy Ferris nos traz no decorrer da obra. Para ele, o ideal é adotar um modelo de trabalho que através do gerenciamento do tempo, nos permita sermos mais produtivos. Assim, trabalhando menos horas por dia e delegando tarefas que ocupam nosso tempo, mas que outros podem fazer por nós, como por exemplo, responder e-mails.

Desse modo, conseguiríamos ter dinheiro e flexibilidade para cuidar dos filhos, viajar, ter algum hobbie etc. Timothy se tornou tetracampeão mundial de vale-tudo; foi o primeiro americano da história a conquistar um recorde mundial de tango, sendo registrado no Guinness, virou fluente em diversos idiomas (japonês, chinês, alemão e espanhol) foi ator, entre outros feitos. Conciliando tudo isso, com seu trabalho, incrível, não é?

Concordamos que queremos o dinheiro para poder desfrutar das coisas boas que ele pode trazer. Do que adianta você ter uma empresa próspera, se ela não vai funcionar bem sem você?

De fato, a maioria de nós não poderia trabalhar 4 horas por semana. Mas o grande ensinamento que o livro nos traz, é buscar ser feliz no aqui e agora, que seu trabalho não impeça ou adie sua felicidade para as férias ou aposentadoria.

A relação entre o medo e a desistência. 

Já parou para pensar o que te leva a desistir de suas metas e sonhos?

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O medo é uma emoção que se caracteriza por um intenso sentimento desagradável, causado pela percepção de um perigo, seja ele presente ou futuro, real ou hipotético. Muitas vezes, nas nossas vidas, desistimos porque sentimos medo. Medo de errar, de fracassar, do que os outros vão dizer, de não conseguir continuar…

O medo nos paralisa, nos impede de avançar, de ir atrás dos nossos sonhos, prejudica a nossa evolução. Mas você já parou para pensar, o que é realmente real nos medos que você tem e que te fazem desistir?

Vamos pensar um pouco mais sobre isso.

O que é melhor: errar tentando ou nem tentar pelo medo de errar? Antes de algo dar certo, pode dar muito errado. Antes do sim, podemos ter vários “nãos”. Erros  são necessários no processo, pois nos mostram o que devemos melhorar, porém se você não tentar, vai continuar no mesmo lugar sempre. É isso que você quer para sua vida?

Só você sabe do que você é capaz, quem colocou os limites da sua vida? Quem determina até onde você pode chegar? Não permita que ninguém além de você, determine isso. Independente do que os outros façam ou falem, essa trajetória é só sua. É você quem sofre as consequências das suas ações, foque no seu sonho, olhe para onde quer chegar. Afaste-se daquilo que te atrapalha. 

Não há crescimento sem desconforto. Para qualquer mudança, é necessário um esforço. Não é fácil, as vezes nos apegamos a experiências passadas que não deram certo e aumentam nosso medo de errar. Isso gera desconforto, nos fazendo repensar várias vezes se devemos arriscar ou não. É necessário se colocar à prova, sentir esse mal-estar por um tempo, até que você supere isso ou conviva melhor com essa sensação.

Superar o medo, não é algo fácil, e na maioria das vezes não teremos respostas prontas para como lidar com isso. Vai ser desconfortável e difícil.  Mas à medida que for vendo o resultado dos seus esforços, o medo diminui. Na maioria das vezes, só encontramos as respostas para os nossos medos, no meio do caminho, continue, e descubra que pode mais do que imagina!

Como vencer a procrastinação?

Amanhã eu começo, mais tarde eu resolvo, de amanhã não passa, … Com certeza você já falou uma dessas coisas, não é mesmo?

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A procrastinação é entendida como aquilo que te faz adiar compromissos, entregar tarefas em cima da hora, não conseguir cumprir com prazos, ficar “empurrando com a barriga” responsabilidades da vida.

Isso acontece, por na maioria das vezes, não serem coisas prazerosas a se fazer, resultando numa falsa sensação de tempo livre e em seguida, uma demanda urgente, que se tivesse sido realizada com antecedência, não seria algo que causaria um transtorno. Todos já procrastinamos, deixamos algo para depois e entregamos correndo, às vezes, até mal feito. Mas para muitas pessoas, isso se torna um ciclo, onde só é feito algo, quando já está perto do prazo, sendo um padrão difícil de romper.

De acordo com uma pesquisa Universidade DePaul, de Chicago, 20% dos adultos são procrastinadores crônicos. A procrastinação pode acarretar diversos problemas, como ansiedade, estresse, má qualidade de vida, baixa produtividade, etc. Também está ligada ao medo do fracasso, insegurança, perfeccionismo, entre outros. Além disso, temos muitas distrações, como as redes sociais, que apresentam diversos estímulos diferentes, em pouco tempo, tirando o nosso foco.

Vamos aprender a lidar com isso? Acompanhe a seguir algumas dicas e implemente na sua vida.

1- Crie uma rotina: faça um cronograma com todas suas atividades diárias.
Estabeleça horários para cada atividade a ser feita.
Inclua momentos de descanso na sua rotina.

2- Evite distrações: deixe seu celular distante nos momentos de trabalho ou estudo.
Organize seu ambiente de estudos ou trabalho.

3- Estabeleça prioridades: foque no que é mais importante.
Faça uma coisa de cada vez, para não se atrapalhar e acabar desistindo.

4- Quem você quer se tornar? Todos temos metas e objetivos, defina isso com clareza.
Reflita se suas ações estão te levando para mais perto ou mais longe daquilo que você quer se tornar.
Relembre-se disso periodicamente, uma vez ao mês, reserve esse momento para você.

5- Não pense demais: muitos procrastinadores pensam muito sobre como fazer, quando começar, ficam esperando o momento certo, e acabam não fazendo nada. O momento certo é agora!

6- Gerencie suas emoções: identifique os pensamentos, sentimentos e comportamentos das situações em que você procrastina. Comece a entender o que acontece com você, e passe a mudar seu comportamentos.

Dando um pequeno passo todos os dias, você está se acostumando com a maneira como lida com o trabalho ou estudos, melhorando sua vida como um todo!

Mais um ano chegando, o que fazer?

Mais um ano que se vai, outro que começa, e com ele, algumas reflexões. É o momento em que nos deparamos com as redes sociais lotadas de vídeos inspiracionais, retrospectivas, metas alcançadas, enfim, uma imensidão de coisas que nos convocam a pensar. O que conseguimos esse ano? O que podemos melhorar para o próximo? Quais serão minhas metas para 2023?

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Antes de começar a traçar suas metas, é necessário parar um pouco, refletir sobre sua vida, seus hábitos, encarar a realidade e planejar suas mudanças dentro do que for possível. Muitas vezes, as pessoas cometem o erro de montar um checklist com vários itens, e vão se perdendo com o decorrer do ano, pois toda mudança ou objetivo a ser alcançado requer um esforço, que nem sempre sabemos medir.

Então, vamos pensar juntos em metas e mudanças realistas para esse ano que se inicia? Acompanhe, a seguir, algumas dicas.

1- Autoconhecimento: quais hábitos ou comportamentos seus não te fizeram bem? Se conhecer, saber o que te faz bem ou mal, compreender as razões disso, é a chave para qualquer mudança. Tire um tempo para anotar seus comportamentos e analisá-los.

2- Priorize sua saúde, mental e física: pratique exercícios físicos regularmente, tenha uma alimentação mais saudável e tire um tempo livre para se divertir. Todas essas coisas vão te fazer bem e vão ajudar muito a manter a saúde sempre em dia!

3- Não adie mais suas metas: tenho certeza de que há alguma meta sendo colocada todo ano no seu checklist … não é? Bom, é aquela velha história “ano novo, vida nova, correto? “ Pare de adiar suas metas, eu sei que é difícil colocar uma mudança em ação, mas divida em pequenos passos, 1 dia por semana na academia, depois 2, e assim por diante. Esse é só um exemplo, mas dá pra adequar isso em várias metas que escolher, apenas comece!

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Compreenda que todas as grandes realizações das pessoas de sucesso começaram com um pequeno ato, seguido de constância. Com um passo de cada vez, respeitando a sua velocidade, você pode concretizar o que quiser. Que esse seja o ano que você caminhe em direção aos seus sonhos!

Qual é a importância do vínculo entre colaborador e empresa?

Quando falamos de vínculo entre colaborador e empresa, é comum que pensemos em relações contratuais. Ao digitar essas palavras no Google, confirmará que isso é verdade. Um fato curioso, não é mesmo?

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Fica evidente que essa relação, ainda é entendida como deveres e direitos a serem cumpridos entre empresa e colaborador. Isso deve ser respeitado e validado, no entanto, aqui, queremos trazer outra perspectiva de vínculo que ajudará a compreender porque é tão importante se empenhar para construir um bom vínculo com os colaboradores da sua empresa.

O dicionário Oxford Languages define vínculo, como:

1- Aquilo que ata, liga, vincula (duas ou mais coisas); liame
2- O que estabelece um relacionamento lógico ou de dependência
3- O que liga afetiva ou moralmente duas ou mais pessoas; laç

Nesse sentido, podemos perceber que para além de relações contratuais, há um dimensão “invisível”, vinculando uma pessoa a algo ou alguém. Nessa dimensão, estão os sentimentos, os afetos, o que mobiliza as pessoas a estarem, cuidarem e fortalecerem suas relações. Consegue perceber a importância disso para sua empresa?

Agora que já falamos um pouco do assunto, precisamos entender duas coisas:

Como trabalhar o vínculo com seus colaboradores? Promover uma integração como todos os trabalhadores, para que se relacionem com todos os setores. Criar espaços comuns de convivência. Feedbacks sobre a gestão da empresa.

Quais os benefícios de ter colaboradores bem vinculados com a empresa? Como o vínculo se refere a uma dimensão emocional, muitos fatores estão envolvidos. Confira a seguir, o que pode ser alcançado, quando há um bom vínculo com a empresa.

– Sensação de pertencimento.
– Maior responsabilidade.
– Ambiente com relações saudáveis entre os colaboradores.
– Maior proatividade.
– Gestão participativa.

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Conseguiu perceber a necessidade de construir um bom vínculo com seus colaboradores? Somente com uma relação bem estabelecida e comprometida, você poderá ter trabalhadores engajados e empenhados com o crescimento da sua empresa. Mas, evidentemente, isso não pode ocorrer de forma unilateral, demonstre interesse pela perspectiva dos seus colaboradores, cuide dessa relação, é possível aliar ambos os lados.

Quais medidas sua empresa pode tomar para promover a diversidade e inclusão?

Vários estudos demonstram que empresas com maior diversidade e inclusão conseguem compreender melhor as perspectivas dos seus clientes e parceiros de negócios.

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O que é diversidade e inclusão?

São conceitos diferentes, mas que se relacionam. A diversidade, diz respeito às diferentes características que definem uma pessoa, tais como: gênero, idade, etnia, classe social, capacidade física e intelectual, entre outras. A inclusão, é o que propicia que essas diferentes formas de ser e estar no mundo, possam se estabelecer e prosperar. Em uma organização, isso se refere às estratégias adotadas para que o ambiente seja favorável à diversidade de pessoas, acolhendo as diferenças, possibilitando condições favoráveis a todos.
Ou seja, diversidade e inclusão caminham lado a lado.

Quais são os benefícios de promover a diversidade e inclusão?

Além do que já falamos até aqui, há vários benefícios em tornar sua empresa mais diversa e inclusiva.
Isso pode ser uma característica que define seu negócio como diferente dos demais, por levar em consideração pautas sociais que são relevantes para uma sociedade mais justa.
Se comprometidos verdadeiramente com esses ideais, afasta a imagem do senso comum de que “empresários só se importam com dinheiro”. Além de criar um ambiente mais plural, que terá um repertório mais amplo para responder aos problemas da organização, com soluções mais inovadoras e melhor alcance e aprovação do seu público. Tendo contato com indivíduos totalmente diferentes, os colaboradores desenvolvem mais empatia, escuta e compreensão, quebrando preconceitos.

Quais medidas tomar, para que minha empresa promova diversidade e inclusão?

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Agora que já vimos a importância da diversidade e inclusão nas empresas, vamos deixar algumas dicas que podem te ajudar na construção de um sistema organizacional mais diverso e inclusivo para sua empresa.

-Vagas afirmativas: para pessoas com deficiências(PcD) negras, pardas, indígenas, e população LGBTQIA +.
-Promover a equidade: possibilitar o desenvolvimento e progresso dessas pessoas na empresa, reconhecendo que nem todos têm o mesmo ponto de partida.
-Políticas para cultura organizacional: Combater o racismo e qualquer forma de discriminação e preconceito, por meio de regulamentos organizacionais.
-Treinamento: Orientar e capacitar os colaboradores a como lidar e acolher as diferenças no ambiente de trabalho.
-Setor específico: Possibilitar um espaço específico para que as pessoas sintam-se confortáveis em levar suas questões e denúncias, se ocorrerem.

Promover a diversidade e inclusão só beneficiará sua empresa, tornando-a um lugar melhor e desejado para trabalhar.

Como uma palestra sobre saúde mental poderia ser benéfica para a sua empresa?

Precisamos falar sobre saúde mental no trabalho. Segundo dados apresentados pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho, mais de 30 milhões de profissionais brasileiros têm Síndrome de Burnout. Um dado alarmante, não é mesmo?

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A Síndrome de Burnout é um exemplo de como a relação entre saúde mental e trabalho pode ser disfuncional na vida de um indivíduo, já que nesta, o sofrimento psíquico está intimamente ligado ao trabalho.

Então, o que as empresas podem fazer para uma melhor saúde mental no trabalho?
De acordo com Borges e Mourão (2013), a gestão na organização do trabalho deve ter como objetivo, a promoção da saúde. Desse modo, é necessário pensar e aplicar estratégias que propiciem um ambiente organizacional mais saudável para os colaboradores, e por conseguinte, para as empresas.

Agora que você já sabe a importância da relação entre o trabalho e saúde mental, vou deixar alguns exemplos a seguir, de como palestras sobre o tema podem beneficiar as empresas e aos colaboradores:

1-Conscientizar sobre diversos assuntos, como estresse, ansiedade e depressão.
2-Auxiliar a identificar quando os colaboradores podem necessitar de uma ajuda mais especializada, como a psicoterapia.
3- Ensinar técnicas de relaxamento, como o mindfulness.
4- Motivar os funcionários a terem melhores hábitos alimentares e a praticar exercícios físicos.
5-Destacar a importância de momentos de lazer e descanso.


Você consegue perceber, que assim há um reconhecimento e valorização dos colaboradores, possibilitando um espaço de atenção e cuidado, além de criar uma cultura de saúde mental, forte e relevante nas empresas?

Investir em estratégias de prevenção e promoção da saúde mental, como as palestras demonstra o interesse da empresa em atingir as metas e objetivos estabelecidos, sem descuidar do bem-estar corporativo e humanizando cada vez mais a liderança. Tornando o contexto de trabalho, não apenas um espaço para desenvolvimento pessoal e profissional, mas configurando-se também, em um ambiente promotor de saúde.

Você sente admiração pelo seu trabalho?

Se a resposta for não, fique tranquilo. Não precisa ficar envergonhado, todos nós já estivemos no mesmo barco. Fique por aqui, vou te ajudar.

Pessoa com vista superior escrevendo no laptop com espaço de cópia

Eu sei que a vida profissional é uma questão muito importante para a maioria das pessoas. Ter uma trajetória profissional bem-sucedida é algo bem-visto socialmente. Por isso, desde crianças somos ensinados e preparados para tentar alcançar o sucesso na vida profissional.

Essa vida profissional dos sonhos tem algumas características básicas. O emprego precisa oferecer um bom salário, boa estrutura para trabalhar, entre outros requisitos…Mas nem sempre esses fatores implicam em um trabalho perfeito, que você goste e admire. Sentir admiração pelo trabalho é realmente um bônus, um privilégio que infelizmente nem todos usufruem.

“Escolha um trabalho que você ama e você nunca terá que trabalhar um dia sequer na vida”. Não é para menos, pois quando escolhemos uma profissão que amamos e admiramos, encontramos mais motivação e prazer para executar todas as atividades. Temos que ter em mente que trabalho nenhum precisa ser monótono e exaustivo. 

Normalmente passamos a maior parte do nosso dia no trabalho. Por isso, é importante nos sentirmos bem com o que trabalhamos. Quando fazemos aquilo que gostamos, se torna mais fácil. Nossa autoestima aumenta, ficamos mais felizes e de bom humor. No entanto, devemos destacar que nem tudo “são flores”, podemos ter alguns problemas, dias ruins e está tudo bem.

É evidente que viver insatisfeito profissionalmente não faz bem para a nossa saúde física e mental. Afinal, como já falei anteriormente, passamos a MAIOR parte do nosso dia no trabalho. Se ficarmos frustrados ou irritados no ambiente de trabalho, isso pode acarretar uma série de prejuízos na nossa vida. E por esse motivo, o meu foco hoje é em você que não admira e está insatisfeito com seu trabalho. Precisamos urgentemente encontrar soluções para reverter esse cenário.

Para isso, trouxe algumas dicas:

1 – SEMPRE busque estudar coisas novas.

2 – Aceite o que não pode mudar e se comprometa a mudar o que está ao seu alcance, por mais difícil que seja esse processo.

3 – Aprenda algumas técnicas de relaxamento para conseguir lidar melhor com situações estressantes.

4 – Acredite sempre no seu potencial, não tenha medo de arriscar e assumir novos desafios.

Fez sentido para você?

A vida é só uma chance!

A vida é um sopro, um só instante, uma hora passageira.

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TODOS os dias temos uma nova chance para fazer diferente. A partir do momento que abrimos o olho pela manhã tudo recomeça.

A grande pergunta é: estamos sabendo aproveitar as chances que a vida nos dá?

É engraçado pensar que podemos fazer tudo diferente de uma hora para outra, né? Afinal, o trabalho é o mesmo, a família é a mesma e a casa contínua do mesmo jeito. Porém, como dizia Heráclito: Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio… pois na segunda vez o rio já não é o mesmo, nem tão pouco o homem! Ou seja, mesmo que as coisas continuem sendo as mesmas, você NÃO é!

A mudança precisa partir de VOCÊ! E a decisão de MUDAR também. Sabemos que nem sempre será fácil adaptar-se às mudanças, mas os momentos difíceis da nossa vida nos transformam e nos deixam mais fortes. O que parece ser o fim, é apenas o início de uma nova história.

Falando de maneira bem prática: vai ser difícil! Iremos errar, cair, nos frustrar, mas temos a oportunidade de acertar, de nos levantar e de fazer diferente. Se tudo der certo, amanhã será um novo dia, com uma nova chance de recomeçar.

Gosto muito de uma frase de Guimarães Rosa que diz assim: Viver é um rasgar-se e remendar-se. Durante essa jornada vamos nos desiludir amorosamente, vamos mudar de emprego e talvez de cidade, vamos nos aventurar, vamos nos arrepender e ESTÁ TUDO BEM! A vida NÃO é previsível.  

Além disso, é sempre bom recordar pela manhã ou antes de dormir quais são os nossos valores, objetivos, possibilidades de ser uma pessoa melhor para nós e para os outros, erros e acertos e para onde estamos indo.

Focar no presente e no que está acontecendo na nossa vida AGORA é um ótimo exercício para valorizar as chances que a vida nos proporciona. Não podemos deixar as oportunidades passar como uma areia que escorre facilmente entre os dedos.

Nunca se esqueça que o melhor dia das nossas vidas é sempre aquele que estamos vivendo HOJE. Aproveite todas as oportunidades de recomeçar, ser melhor, fazer diferente. Viva para o bem, viva o agora.

Não existem decisões perfeitas

TODOS os dias somos chamados a tomar algumas decisões, seja a nível profissional, familiar ou até financeiro. As decisões que tomamos mudarão tanto a situação em que vivemos quanto a que viveremos.

Pessoa solitária caminhando em um caminho nas colinas do alabama, na califórnia, com o monte whitney

Elas podem variar desde as mais simples, como escolher o que comer, até as mais complexas, como decidir sair de um emprego para arriscar em uma nova empresa.

Durante essa longa caminhada que chamamos de VIDA, iremos encontrar algumas pedras no caminho que podem mudar o rumo das nossas decisões. Porém, como dizia Fernando Sabino: entre cem caminhos temos que escolher apenas um, e viver com a nostalgia dos outros noventa e nove.

Ou seja, não existem decisões perfeitas, existem as SUAS decisões. Ao fazer uma escolha, podemos calcular todos os riscos, mas sempre existirá um fator que pode mudar tudo: a imprevisibilidade. Nunca teremos 100% de certeza de que tomamos a decisão certa. O que nos resta é aceitar e nos comprometer a fazer o nosso MELHOR.

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Vale lembrar que sofrer diante da necessidade de tomar qualquer decisão, é normal. Fazer escolhas realmente não é um processo simples. E lembre-se que assumir nossas decisões sempre irá frustrar a expectativa de alguém ou até mesmo a nossa.

No entanto, mesmo as decisões equivocadas, nos ajudam a, posteriormente, a fazer escolhas mais coerentes. Tudo vira aprendizado, cada experiência é uma lição, se buscamos melhorar gradativamente.

Às vezes é melhor correr o risco por uma decisão do que viver remoendo o terror da indecisão. E não se culpe, caso as coisas não saiam como esperado, veja como você pode aprender com essa experiência.

Problemas financeiros e saúde mental

Com certeza você já ouviu o famoso ditado que diz que “dinheiro não traz felicidade”. De fato, a maioria das alegrias da vida são resultado de simples prazeres. Entretanto, precisamos encarar uma verdade: dinheiro pode não trazer felicidade, mas a falta dele costuma causar preocupação para muitas pessoas.

Devido a pandemia da COVID-19, muitos tiveram a saúde mental afetada seja pela carga excessiva de trabalho, pela falta de proximidade com familiares e amigos ou por qualquer outra razão particular. Além disso, boa parte da população precisou lidar com as questões financeiras, que se tornaram ainda mais desafiadoras. E é justamente dentro desse contexto que se torna imprescindível discutir a relação entre saúde mental e financeira.

Na história do Brasil e do mundo tivemos acontecimentos marcantes na economia de vários países. Como por exemplo: a Grande Depressão, no ano de 1930 nos EUA, onde cerca de 4,5 milhões de americanos ficaram nas ruas e o índice de suicídio aumentou em 22%.

Sabemos que todo transtorno mental é multifatorial. Entretanto a preocupação constante com problemas financeiros pode ser aquela gotinha que faltava para o copo transbordar. A apreensão fica fora de controle, afetando nossos hábitos diários, como o sono e alimentação o que acaba por afetar negativamente a saúde como um todo, tendo impacto ainda mais profundo na saúde mental dos indivíduos.

E assim como a saúde financeira afeta a saúde mental, a recíproca é verdadeira. Pois gastos impulsivos traduzem-se em más decisões financeiras levando muitas vezes ao endividamento.

Muitos psicólogos afirmam que a saúde mental é alcançada através do equilíbrio de vários componentes presentes em nossas vidas, como vida social, vida financeira, vida profissional, entre outros. Boa parte das necessidades humanas dependem de dinheiro para serem atendidas, desde os recursos para cuidar do corpo e da mente.

Mas como diversos problemas do cotidiano, os problemas financeiros passam. O único jeito de conseguir é continuar tentando. Faça um bom planejamento financeiro, desenvolva maneiras melhores de lidar com as emoções e lembre-se: peça ajuda quando necessário.

“Aquele que não tem tempo para cuidar da saúde vai ter que arrumar tempo para cuidar da doença.

É necessário evitar alguma emoção?

NÃO! Todas as emoções são válidas e extremamente necessárias.

Vou começar esse texto explicando o que é uma emoção, vem comigo?

A emoção é uma sensação física e emocional que é provocada por algum estímulo que pode ser um sentimento ou um acontecimento. Nem todas as emoções são prazerosas de sentir, no entanto são necessárias. Algumas pessoas podem não acreditar, mas as emoções indesejáveis também são importantes.

Através das nossas emoções expressamos de forma natural o que sentimos em determinadas situações sejam elas boas ou ruins. Vale lembrar que você não precisa controlar todas as suas emoções, a fim de evitar sentir algumas.

Quantos “estou bem” cabem em um momento que não está tudo bem? Infelizmente é comum evitarmos abrir para o outro como nos sentimentos para não transmitir fragilidade.

Tentamos a todo momento evitar alguma emoção “ruim”, pois fomos ensinados que não devemos sentir emoções desagradáveis, o que não é verdade.

Em momentos difíceis sempre recorremos ao bom-humor, ao “tudo bem” e cancelamos as emoções que não somam na encenação.

Temos dificuldade em lidar com as nossas emoções porque acreditamos que é preciso se livrar sempre das sensações ruins. Entretanto, não existe uma fórmula mágica que blinde alguém do sofrimento ou que faça com que emoções “negativas” sumam, mas é possível lidar com elas.

Cada emoção ocupa um papel importante na nossa vida, aprender a conviver com elas é fundamental. Não tenha medo das suas emoções, não lute contra elas e nem as bloqueie. Viva-as e entenda-as. Elas não são boas nem ruins, simplesmente fazem parte de nós.

As emoções apontam uma direção e nos ajudam a entender o que devemos fazer ou como agir.  É importante conhecer e entender o que elas significam, assim podemos viver melhor emocionalmente.

O filme Divertidamente, uma animação da Disney que aborda a inteligência emocional de forma simples e didática, mostra que coisas boas podem surgir das emoções consideradas negativas. A crise e os momentos difíceis, também são formas de nos levar ao autoconhecimento.

Temos o direito de sentir qualquer tipo de emoção. Muitas vezes elas podem surgir sem que seja possível prevê-las e está tudo bem. Devemos aprender a lidar com elas de maneira certa e saudável. 

O processo de aprendizado é longo e contínuo, seja paciente com as suas emoções, mas busque sempre refletir sobre o seu comportamento.

O que é maturidade emocional?

Maturidade emocional não é sobre não sentir mais raiva, nunca mais se abalar com nada, acordar feliz todos os dias, relevar tudo o que dizem e fazem ou se tornar um robô…

Escala emocional | Vetor Premium

Maturidade emocional tem muito a ver com inteligência emocional, ou seja, é saber lidar com as emoções, saber compreender e enfrentar as dificuldades da vida, ter capacidade de tolerar as frustrações do dia a dia. Mas isso não significa que uma pessoa emocionalmente madura não sofre, porém ela consegue lidar melhor com os momentos ruins e se “livrar” rapidamente deles.

A maturidade emocional é fundamental não só para lidar com outras pessoas, mas também para obter autoconhecimento. Uma pessoa madura emocionalmente está pronta para enfrentar desafios psicológicos e emocionais durante a vida.

Saber lidar com os próprios sentimentos e emoções, identificá-los e gerenciá-los em benefício próprio, mas também é sobre entender os sentimentos e comportamentos do outro, agindo com empatia.

A maturidade emocional é desejada por muitas pessoas, ela nos ajuda a fazer com que tenhamos mais sucesso em todos os âmbitos da vida, dos relacionamentos pessoais até mesmo na vida profissional. Lembrando que ela pode ser desenvolvida, inclusive por meio de terapia.

Através da maturidade emocional podemos lidar com as situações de modo mais saudável, ter estabilidade de humor e emoções. Para desenvolver a maturidade emocional reveja suas ações e pensamentos para agir de forma menos impulsiva, pratique o diálogo, não permita que falhas passadas definam seu futuro.

Uma pessoa com maturidade emocional é empática, ter empatia pelos outros também é uma forma de respeito e torna você mais acessível, o que são traços importantes da maturidade emocional.

Maturidade emocional também significa ser capaz de admitir quando você está errado e saber enfrentar as consequências de seus próprios erros. A pessoa também desenvolve a autoconsciência, significa ser capaz de identificar seus estados emocionais.

A maturidade emocional traz flexibilidade, isso significa entender que nem tudo vai seguir seu caminho e a confiança, mas em uma quantidade saudável, pois o excesso de confiança pode fazer a pessoa beirar a arrogância.

Quando sente uma emoção, você não foge dela e tenta entendê-la, você está sendo emocionalmente maduro.

Quando consegue estabelecer limites e dizer “não” sem culpa, você está sendo emocionalmente maduro.

Quando consegue ouvir diferentes pontos de vista sem estresse, você está sendo emocionalmente maduro.

Quando se responsabiliza pelo seu comportamento sem buscar culpados, você está sendo emocionalmente maduro.

Lembre-se, a maturidade emocional está diretamente ligada com o PENSAR antes de AGIR. Ou seja, procurar a profundidade antes de mergulhar de cabeça.

Qual é a importância de reconhecer as emoções das crianças?

Já falamos por aqui que a emoção é uma sensação física e emocional que é provocada por algum estímulo, que pode ser um sentimento ou um acontecimento. As emoções são muito pessoais, elas podem ser sentidas de formas diferentes por cada pessoa, principalmente, quando falamos das crianças.

Plano de Aula: Sentimentos e Emoções – Profª Jac Bagis

Lembre-se que todas as emoções são importantes, nenhuma emoção deve ser descartada ou invalidada. Através delas as crianças expressam de forma simples e natural o que sentem em determinados momentos sejam eles bons ou ruins. 

É comum observar algumas situações de invalidação das emoções das crianças durante a infância.

“Pare de chorar por bobeira”

“Que medo bobo”

“Engole o choro”

‘Não foi nada”

“Você não tem mais idade para ficar chorando assim”

Falas assim fazem com que as crianças acreditem que está errado sentir determinada emoção. Infelizmente são muitos os prejuízos decorrentes da invalidação das emoções. A repressão de emoções pode contribuir no desenvolvimento de transtornos mentais. 

Todas as emoções têm uma função, por isso não devemos descartá-las. Cada uma delas tem a função de apontar a direção certa e ajudar a entender o que está a pensar e fazer. Por isso é muito importante que as crianças conheçam suas emoções, e o que elas significam. Dessa forma, elas terão mais recursos emocionais para lidar com a vida de forma racional e saudável.

Lembre-se sempre que não existe emoção boa ou ruim, existem emoções que a pessoa está sentindo naquele momento. É importante prestar atenção no que as crianças sentem e falam, compreender o seu ponto de vista e a sua dor.

Ser capaz de compreender, lidar e expressar a maneira como nos sentimos é fundamental. Aprender desde cedo a encarar as emoções nos torna mais preparados para as crises e conflitos da adolescência e da vida adulta.

Não se esqueça que as crianças pensam diferente dos adultos, mas sentem igual a nós.

O reconhecimento das emoções nos ajuda a desenvolver a inteligência emocional. Mas como ajudar uma criança a reconhecer suas emoções?

1 – Incentive a leitura: através da leitura as crianças desenvolvem uma variedade de habilidades, além de ser uma ótima oportunidade para que elas possam conhecer novas emoções.

2 – Estimule a realização de tarefas diversas: com diferentes tarefas a criança aprende a conviver com suas emoções e com a criação de expectativa, desde organizar seus brinquedos ou colocar o lixo para fora, tudo é válido.

3 – Promova sessões de cinema: as sessões de cinema podem ser muito educativas. O filme Divertidamente (2015) é um ótimo exemplo que nos ensina muito sobre as emoções.

4 – Estimule a independência: é importante que a criança se veja frente a diferentes situações, é fundamental permitir que elas “corram riscos” de forma segura, a fim de descobrirem os próprios limites e aprenderem a lidar com os desafios de maneira rápida e eficiente.

E lembre-se sempre: mantenha um bom diálogo. Essa é a dica fundamental em qualquer aspecto da educação e desenvolvimento infantil.